Augustin Lutakwa – ICMDA Blogs https://blogs.icmda.net Comments on healthcare, christianity and world mission Fri, 11 Sep 2020 08:36:24 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://blogs.icmda.net/wp-content/uploads/2019/12/cropped-Square-Logo-white-background-32x32.jpg Augustin Lutakwa – ICMDA Blogs https://blogs.icmda.net 32 32 Contentamento – um mito ou realidade neste mundo inquieto? https://blogs.icmda.net/2020/09/11/contentamento-um-mito-ou-realidade-neste-mundo-inquieto/ https://blogs.icmda.net/2020/09/11/contentamento-um-mito-ou-realidade-neste-mundo-inquieto/#comments Fri, 11 Sep 2020 08:35:23 +0000 https://blogs.icmda.net/?p=713 O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus. (Filipenses 4:19 NVI) Pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar; (1 Timóteo 6:7 NVI)

O filme, À Procura da Felicidade[3], nos lembra de ‘nunca desistir’. Desde seu lançamento, há mais de uma década, ele está entre os filmes que ficam na mente de muitas pessoas, incluindo a minha. É realmente inspirador com uma única mensagem: não importa o que aconteça, continue se esforçando, uma vida melhor está por vir. Este filme dramatiza a verdadeira história de Chris Gardener (interpretado por Will Smith) em sua jornada extraordinária desde a condição de sem-teto até o sucesso como corretor da bolsa, ao mesmo tempo em que apoia seu filho como pai solteiro. O filme tem uma mensagem muito simples: ‘Nunca desista’. Tendo sido despejados de sua casa e enfrentando dificuldades financeiras, a dupla pai e filho enfrentava inúmeras lutas todos os dias. No entanto, os pequenos pedaços de felicidade que encontram, apesar de todas as adversidades, fornecem um enredo comovente para este filme. Em uma cena, Will Smith diz ao filho: ‘Nunca deixe ninguém te dizer … que não pode fazer alguma coisa. Nem mesmo eu. Tudo bem? … Se você tem um sonho … tem que correr atrás dele. As pessoas não conseguem vencer e dizem que você também não vai vencer. Se você quer uma coisa corre atrás. Ponto’. Com todas as probabilidades contra a dupla, eles sobreviveram e alcançaram seu objetivo.

Na vida real, Chris Gardener começou sua empresa com US $ 10.000 e agora é CEO e fundador de estabelecimentos multimilionários com escritórios em Nova York, Chicago e San Francisco. Ele é um palestrante motivacional, filantropo e humanitário. Ele ajudou a financiar um projeto de US $ 50 milhões em San Francisco que cria moradias para pessoas de baixa renda e oportunidades de emprego na área da cidade onde ele antes era um sem-teto.

Uma questão mais crítica é: todas as buscas na vida têm um final feliz?

As coisas nem sempre são como parecem.

A opinião pública afirma que os médicos são bem-sucedidos, inteligentes, ricos e imunes aos problemas das massas. Eles são mesmo? Os médicos têm uma das maiores taxas de suicídio relatadas, mais do que o dobro da população em geral, de acordo com algumas pesquisas. Altas taxas de suicídio de médicos foram relatadas desde 1858. Mesmo assim, 162 anos depois, as causas principais desses suicídios permanecem sem solução. O suicídio de médicos é uma crise global de saúde pública. Mais de um milhão de americanos, a cada ano, perdem seus médicos para o suicídio, apenas nos Estados Unidos.

Em um artigo do Medscape[4] intitulado ‘Por que médicos “felizes” morrem por suicídio’, os autores argumentam que os médicos escolhem o suicídio para acabar com sua dor, não porque desejam morrer. Os autores insistem que ignorar o suicídio de médicos leva a mais suicídios de médicos. Outro estudo descobriu que a maioria dos suicídios médicos são multifatoriais, envolvendo uma cascata de eventos que se desenvolveram meses a anos antes. Não exploraremos as causas ou intervenções neste artigo. No entanto, estamos analisando um componente daquilo que pode trazer algum esclarecimento à essa causa. Estamos analisando o contentamento ou a satisfação no trabalho (ou insatisfação) e como evitar que isso seja a causa do suicídio na profissão médica.

O que é Contentamento?

A Wikipedia define contentamento como ‘um estado emocional de satisfação que pode ser visto como um estado mental, possivelmente obtido por estar à vontade na própria situação, no seu corpo e em sua mente’. Em outras palavras, contentamento significa viver uma vida satisfeita. Ou seja, satisfeito com quem você é, o que você tem, o que você faz e com seus relacionamentos. Isso pode significar que alguém aceitou sua própria situação e, portanto, está feliz ou alcançou uma forma de ‘felicidade’.

Como podemos nos sentir contentes em um mundo inquieto? Para este blog, usaremos ‘felicidade’ e ‘contentamento’ de forma intercambiável. A literatura parece concordar no geral que o contentamento é um estado idealmente alcançado por meio de ser feliz com o que você tem, contraposto a alcançar suas ambições maiores.

O contentamento e sua busca têm sido centrais ao longo da história humana. Filósofos, psicólogos e até intelectuais religiosos de diversas culturas e épocas, todos lutaram para abordar esse tópico. O filósofo chinês Chuang-Tzu, no 3º século, escreveu: ‘Um cavalheiro que profundamente atravessa todas as coisas e está em harmonia com suas transformações, irá se contentar com qualquer coisa que o tempo possa trazer. Ele segue o curso da natureza em qualquer situação em que se encontre.’

Nas palavras de Siddharta, ‘A saúde é o ganho mais precioso e o contentamento a maior riqueza’. John Stuart Mill afirma: ‘Aprendi a buscar minha felicidade limitando meus desejos, em vez de tentar satisfazê-los’.

Hebreus 13:5 (NVI) diz, conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm, porque Deus mesmo disse: “Nunca o deixarei, nunca o abandonarei”.

Quais são alguns dos mitos sobre a felicidade?

Alguém pode argumentar: e quanto à hierarquia de necessidades de Maslow? Bem, pode haver vários elementos de realização que podem induzir alguém a um estado de contentamento pessoal: uma unidade familiar forte, uma comunidade local forte e a satisfação das necessidades básicas da vida. Pode-se pensar que quanto mais necessidades na hierarquia de Maslow forem atendidas, mais facilmente se pode alcançar o contentamento. Isso é verdade?

Não é verdade pensar que todos têm um ponto definido para a felicidade. Uma vez que essa meta seja alcançada, ficarei feliz. Se alguém estabelece uma meta de um milhão de dólares em sua conta bancária, uma vez alcançada, precisará de mais e mais … onde isso para?

A indústria de marketing e publicidade conhece muito bem a natureza humana. Ela direciona seus comerciais de televisão, anúncios de rádio, jingles, sites, fachadas de lojas, placas, etc., para todas as coisas que não temos, insinuando que se as tivéssemos, obteríamos contentamento.

O vencedor do Prêmio Nobel da Paz e estadista, Nelson Mandela, disse certa vez: ‘Já percorri esse longo caminho para a liberdade. Tentei não vacilar; Eu cometi erros ao longo do caminho. Mas descobri o segredo de que depois de escalar uma grande colina, só se descobre que existem muitas outras montanhas para escalar’. Não há felicidade duradoura nem felicidade instantânea na vida. Sócrates afirma: ‘Aquele que não está contente com o que tem, não ficaria contente com o que gostaria de ter’.

Também não é verdade que o dinheiro pode comprar felicidade. Robert Skidelsky, respondendo à pergunta do quanto é suficiente, no livro Money and the Good Life (Dinheiro e a Boa Vida) afirma: ‘A experiência nos ensinou que os desejos materiais não conhecem limites naturais, eles irão se expandir infinitamente, a menos que os restrinjamos conscientemente. O capitalismo se apóia precisamente nessa expansão infinita de desejos. É por isso que, apesar de todo o seu sucesso, continua tão mal-amado. Nos foi dada riqueza além da medida, mas levaram embora o principal benefício da riqueza: a consciência de ter o suficiente.’

Durante as greves dos médicos por melhores salários na África do Sul, participei da negociação representando os médicos iniciantes na província de Kwa-Zulu Natal. Perguntei ao meu mentor, Prof Sam Fehrsen, ‘Quanto você acha que é o suficiente?’ Ele me deu uma resposta breve, com um sorriso: ‘Apenas mais um pouco’. Percebi que a fórmula da felicidade, constante como uma equação científica, não existe.

Qual é o combustível do descontentamento?

A cultura moderna se alimenta do frenesi da comparação. O grupo de experimento social da América possui um ‘Cartão de Pontuação do Contentamento’ que é dado a um grupo de pessoas para pontuar as realizações de suas vidas. O cartão tem aspectos como: educação, casa própria no subúrbio, satisfação no trabalho, casamento, filhos, educação dos filhos, viagens. As pessoas se avaliam como bem e satisfeitas com o progresso nas conquistas de suas vidas. A maioria das pessoas fica feliz com as conquistas de sua vida até ver o cartão de pontuação do vizinho. Se o vizinho tiver uma pontuação melhor/mais alta do que você, começa a insatisfação.

Fiodor Dostoiévski em seu livro Crime e Castigo diz: ‘Eu costumava me analisar até o último fio, costumava me comparar com os outros, lembrava todos os menores olhares, sorrisos e palavras daqueles com os quais eu tentava ser franco, interpretava tudo sob uma imagem negativa, ria maldosamente das minhas tentativas de “ser como o resto” e de repente, no meio da minha risada, eu cedia à tristeza, caía em um desânimo ridículo e mais uma vez começava todo o processo de novo, em resumo, dei voltas e voltas como um esquilo numa roda. ‘

Como, então, devemos melhorar, se contentamento é o nome do jogo?

Contentamento não é ficar cego para o fato de que as coisas poderiam ser melhores, mas apenas reconhecer que essas mudanças não o tornariam, em última análise, mais feliz.

O que dizer de um indivíduo motivado que deseja trabalhar duro, ter sucesso, ter um desempenho melhor em sua ocupação, ele é uma pessoa descontente ou alguém que desagrada ao Senhor? Não necessariamente. Deus colocou em nossos corações o desejo de sucesso. A questão é se você ficaria satisfeito se não conseguisse a promoção, ou não tivesse o dinheiro, ou não mandasse os filhos para a melhor universidade.

Em Efésios 2:10 (NVI), a Bíblia diz: ‘Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou de antemão para que nós as praticássemos.’ Existem diferentes tipos de serviço, mas o mesmo Senhor (1 Coríntios 12:5-6[5]). Cada um de vocês deve usar todo dom que recebeu para servir aos outros, como administradores fiéis da graça de Deus em suas múltiplas formas (1 Pedro 4:10-11[6]).

O escritor de Hebreus compara a caminhada cristã a uma corrida (Hebreus 12:1[7]). Ela não é uma corrida de velocidade, mas uma maratona que está estabelecida para nós. Parafraseando, a corrida não é contra nenhuma outra pessoa, mas sim para cada um de nós como um indivíduo. É única e pessoal. Não há necessidade de competir com os outros, eles têm sua própria corrida. A cada dia nos é exigido melhorar a nós mesmos. Isso pode ser alcançado focalizando Aquele que nos chamou. Ele é o autor e consumador de nossa fé. Cada pessoa deve viver como cristã em qualquer situação que o Senhor designou a ela, tal como Deus a chamou  (1 Coríntios 7:17[8]).

Em cada profissão para a qual fostes chamado, faça o melhor, como se você estivesse trabalhando para o Senhor (Colossenses 3:23[9]). Lembre-se de que você pode fazer todas as coisas Naquele (Cristo) que o fortalece (Filipenses 4:13[10]).

Isso é para mostrar que, em última análise, nossos dons, talentos e profissões pertencem a Deus e devem ser exercidos para glorificá-Lo. Buscar a perfeição é essencial se formos prestar contas ao Mestre. Esperando dEle um ‘Muito bem, servo bom e fiel!’ (Mateus 25:23[11]). Portanto, não estamos competindo com colegas, mas trabalhando intensamente para nos aprimorar e trazer glória ao nosso Senhor.

O que a Bíblia diz sobre contentamento?

E meu Deus suprirá todas as suas ‘NECESSIDADES‘ de acordo com suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus. (Filipenses 4:19[12]). Observe que o versículo acima fala sobre necessidades, não “desejos”.

Deus não é apenas o Criador eterno, onipresente, onisciente e onipotente, mas também é meu pastor. Deus, que  me ama eternamente e cuida de mim – O SENHOR – é o meu pastor; de nada terei falta (Salmos 23:1 NVI). Ele vai providenciar o suficiente para que eu nunca sinta necessidade. Portanto, eu escolho ficar contente!

‘De fato, a piedade com contentamento é grande fonte de lucro, pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar; por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos. Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos. Você, porém, homem de Deus, fuja de tudo isso e busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão. Combata o bom combate da fé. Tome posse da vida eterna, para a qual você foi chamado e fez a boa confissão na presença de muitas testemunhas.’ (1 Timóteo 6:6-12 NVI)

Os melhores amigos do contentamento são Gratidão, Alegria e Paz. 

O que aprendemos então?

Aprendemos que o contentamento precisa ser aprendido (Filipenses 4:12 NVI: ‘Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade’). A palavra para ‘aprendi o segredo’ é uma palavra grega muéō (μυέω), que significa um segredo revelado ou mistério. O apóstolo Paulo sabia que o contentamento vai contra nossa natureza humana. Por isso a necessidade de aprender. Assim como um diploma universitário exige tempo, paciência e trabalho árduo, obter um diploma em contentamento requer diligência semelhante.

Muitos de nós tentamos preencher algum tipo de vazio em nossas vidas e, infelizmente, tentamos preencher esse vazio com coisas que não podem nos satisfazer. Procuramos preencher o vazio com posses ou dinheiro, mas acabamos apenas querendo mais. Tentamos preenchê-lo com relacionamentos ou sexo, mas acabamos nos sentindo ainda mais vazios e deprimidos do que quando começamos. Todas essas coisas com as quais tentamos preencher nossas vidas não são necessariamente coisas ruins, mas quando se tornam os objetivos finais e a razão de nosso ser, acabamos ficando descontentes porque essas coisas nunca estiveram destinadas à nos satisfazer.

Como diz o filósofo Arthur Schopenhauer: ‘A riqueza é como a água do mar: quanto mais você bebe, com mais sede você fica’. Pense em todas as vezes em que você realmente desejou algo, conseguiu e o descontentamento apareceu com sua terrível face novamente. À medida que você se aproxima do Senhor, você percebe que não precisa de todas essas coisas para ficar contente. Deus é tudo o que você precisa. Quando você realmente se entregou sacrificialmente, isso deveria ter produzido menos contentamento, mas na verdade aumentou seu contentamento e alegria.

Concluindo

Riqueza é uma atitude de gratidão na qual nos lembramos todos os dias de contar nossas bênçãos. Fyodor Dostoiévski, em Notas do subterrâneo , afirma: ‘O homem só gosta de contar seus problemas; ele não calcula sua felicidade’. ‘Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?’ (Marcos 8:36 NVI). Contentamento significa que a vida é mais importante do que suas riquezas ou bens.

A Bíblia nos convida a permitir que nossas convicções, não nossas circunstâncias, governem nosso senso de contentamento. O verdadeiro contentamento bíblico é a convicção de que o poder, o propósito e a provisão de Cristo são suficientes para todas as circunstâncias (2 Coríntios 9:12[13]). Devemos aprender a passar por todos os tipos de adversidade, crendo e experimentando a suficiência de Cristo. Precisamos escolher descansar nas boas promessas de Deus, apesar do que possa estar acontecendo em nossas vidas.

Você pode encontrar contentamento somente em Cristo, e no esforço para serví-Lo. O contentamento não pode ser encontrado na criação de Deus ou em algo como pessoas, posses ou dinheiro. Na verdade, essas coisas podem atrapalhar sua busca pela verdadeira felicidade e contentamento. O que realmente importa – família e amigos (relacionamentos) ou servir a Deus e aos outros; desenvolver todo o seu potencial (crescimento) ou cumprir sua vocação (vocação única); perseguindo significado e virtude. Nossa satisfação está em nos doarmos aos outros. Afinal, todos nós estamos interligados, como temos sido lembrados pela pandemia de COVID-19. Vamos nos esforçar para tornar este mundo um lugar melhor para todos. Como disse Paul TP Wong: ‘A vida é uma jornada, não um destino. Uma vida digna é uma jornada de aventura, descoberta e serviço aos outros.’ Benjamin Franklin afirmou: ‘O contentamento torna um homem pobre rico; o descontentamento torna um homem rico pobre.’

Você encontrará contentamento apenas em seguir o chamado pessoal de Deus para sua vida. Esta é uma jornada pessoal, exclusiva para você e apenas sua para prosseguir.

Que Deus nos ajude a encontrá-Lo em nossa busca pela vida! E ser quem Ele nos destinou a ser.

Shalom!

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O Dr. Augustin Lutakwa é AEO para a região da África Subsaariana do ICMDA.

Referências

1. https://blogs.icmda.net/author/alutakwa/

2. Médicos de Cristo – Tradução: Mireille Gomes / Revisão: Flavia Figueiró

3. https://www.imdb.com/title/tt0454921/

4. https://www.medscape.com/viewarticle/901300

5. Há diferentes tipos de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diferentes formas de atuação, mas é o mesmo Deus quem efetua tudo em todos. 1 Coríntios 12:5,6 NVI 

6. Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas. Se alguém fala, faça-o como quem transmite a palavra de Deus. Se alguém serve, faça-o com a força que Deus provê, de forma que em todas as coisas Deus seja glorificado mediante Jesus Cristo, a quem sejam a glória e o poder para todo o sempre. Amém. 1 Pedro 4:10,11 NVI

7. “Façam caminhos retos para os seus pés”, para que o manco não se desvie, mas antes seja curado. Hebreus 12:13 NVI

8. Entretanto, cada um continue vivendo na condição que o Senhor lhe designou e de acordo com o chamado de Deus. Esta é a minha ordem para todas as igrejas. 1 Coríntios 7:17 NVI

9. Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, Colossenses 3:23 NVI

10. Tudo posso naquele que me fortalece. Filipenses 4:13 NVI

11. “O senhor respondeu: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco; eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor! ’ Mateus 25:23 NVI

12. O meu Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus. Filipenses 4:19 NVI

13. O serviço ministerial que vocês estão realizando não está apenas suprindo as necessidades do povo de Deus, mas também transbordando em muitas expressões de gratidão a Deus. 2 Coríntios 9:12

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More than PPE, healthcare workers need SEPPE https://blogs.icmda.net/2020/08/10/more-than-ppe-healthcare-workers-need-seppe/ https://blogs.icmda.net/2020/08/10/more-than-ppe-healthcare-workers-need-seppe/#comments Mon, 10 Aug 2020 12:25:34 +0000 https://blogs.icmda.net/?p=618 The case for SEPPE – spiritual and emotional support with PPE – during COVID-19 and beyond.

‘Trust in the Lord with all your heart and lean not on your own understanding; in all your ways submit to him, and he will make your paths straight.’ (Proverbs 3:5-6)

As I sit down to write this, my mind goes back to the welcome ceremony during my first year of medical school back in Bukavu in the eastern part of the Democratic Republic of the Congo (DRC).  About 600 first year students were packed in the hot auditorium.  ‘Ladies and gentlemen, welcome to medical school,’ the dean said.  ‘Congratulations for making it here out of the 1,200 applicants.  We felt it was you to whom we could give the chance to graduate from this prestigious institution.  We hope that one out of every ten of you will graduate after six years.  So, your job is to prove to us that you have what it takes to graduate as doctors from this institution.’  Seated at the back, I felt my head begin to spin.  Is it that difficult to become a doctor?  The question was tortuous.  Fast forward one year and of those seated in the auditorium, only 230 entered the second year.  A hundred and twenty-three reached the third year, and 53 entered the fourth year.  I leave the rest to your imagination.  The pressure had just begun.  

You spend most of your time inside your head,
make it a nice place to be – Anon

Recently Dr Mona Masood, a psychiatrist from Philadelphia, started the free National Psychiatrist-Run Hotline to offer doctors on the frontline Emotional PPE (EPPE).  She first presented the idea in a Facebook forum.  The response was immediate.  Psychiatrists started to contact her saying, ‘Please let me be a part of this. I want to volunteer.’  Dr Masood said, ‘In most cases, we have a lot of emotion on both sides.  There are a lot of tears, a lot of relief.  “If not me, then who?” they say.’

This enthusiasm to help fellow physicians is understandable.  Physicians have been facing mental health challenges since before the pandemic and doctors have long struggled with stigma while seeking psychological help.  They tend to chase perfection and have high expectations of themselves, their patients, colleagues and family.  These expectations don’t stop at medical school; they only get worse afterwards.

It is said that in medicine – whether academic, clinical or research – you need to keep up just to stay in the game.  Physicians are known to talk about medical stuff during social outings, even on dates.  It is not uncommon to see a group of surgeons bragging about how long it takes them to perform a particular procedure, that it was an open surgery, or that it was a minimal access one, or that they now perform remote surgeries thanks to the da Vinci system.  The pressure to keep up never ends.  By the time one is familiar with one procedure, another must be mastered.  This pressure can set people up for mental distress. 

Studies show that nearly 30 per cent of medical students and residents in the US have experienced depression.  A serious study that compared data from 2003 to 2008 for suicides among the general population and physicians showed that physicians who died by suicide were less likely to have consulted mental health experts, less likely to have been diagnosed with mental health problems, and less likely to have antidepressants in their system at the time of death.  Another recent study done in China suggests that the COVID-19 pandemic could exacerbate these trends.  Out of 1,257 healthcare workers interviewed in Wuhan in January and February this year, a significant number reported symptoms of depression, anxiety, insomnia and distress.  This was especially true for women, nurses and all frontline healthcare workers directly engaged in diagnosing, treating or caring for patients with suspected or confirmed cases of COVID-19.

What makes it worse is that this inner distress is never expressed.  Doctors often feel they can’t share their fears even with family members, largely because of societal pressure to act the part of a hero on the frontlines of what is being framed as a war.  Heroes are not supposed to complain or show vulnerability.  You don’t want to look like a coward.  Even for those not directly on the frontline there is no escaping the pressure.  As a friend of mine said, ‘I feel guilty that I am not on the frontline like my colleagues. I feel like my medical training is wasted. I should be out there helping people.’

Could it be even worse for Christian doctors?

Faith is the first casualty in our busy profession.  ‘We expect more from God.  He promised not to leave us nor forsake us after we gave our lives to Jesus,’ doctors say.  But it is Christian doctors who give very little time to God.  We hear people say, ‘I don’t have time to go to church or even read my Bible.  I’ll try and do that when I finish my residency.’  Then comes marriage and starting a family, and before you know it, faith is out the window.  It is not uncommon to see alcohol taking over or the pursuit of money leaving little time for faith related matters.  Soon, they are more in the world than in Jesus.

The world is a depleting place.  But I don’t for a moment think God agonises over what is happening in the world saying, ‘Oh no!  What is going on?’  Jesus said, ‘I have told you these things, so that in me you may have peace.  In this world you will have trouble.  But take heart!  I have overcome the world.’ (John 16:33).  In Four Screenplays, William Goldman sums up the fruit of the world: ‘Life is pain, highness.  Anyone who says differently is selling something.’  This is the difference between what God gives and what the world offers.  The Bible is not trying to sell us anything. 

There are numerous biblical accounts of troubles or crises that occur right when Jesus is present.  Reread those passages to see what set the crisis in motion.  In Matthew 14:28-33 we see Peter sinking in the waves.  Just moments before, he had walked on water but then he stopped focusing on Jesus and looked instead at the extreme weather.  He feared and started to go under.  Then Jesus got hold of him and rebuked him for having ‘little faith’.  I know Peter is not the only one.  In times of crisis, stress or fear, we take our eyes away from Jesus and so our ability to think straight is impaired.  You’re driving in traffic and someone cuts you off.  The words that come out of your mouth are not reflective of who you are in Christ (to put it mildly).  As Prof Steve Reid would say, ‘How many of you will still be calm or Christian at 3 am when a drunk in ER swears at you while you stitch his wounds?’  In a crisis, the line between ‘sane’ and ‘insane’ gets blurred.  Some of us don’t even need a crisis to act crazy.  Focusing on Jesus, who has overcome the world, is what transforms the situation.

What is the lesson from crises like COVID-19?

My Mandarin is very limited.  I had to confirm the following with Dr Samundra Rana, our RR for South Asia.  In Mandarin, the word ‘crisis’ is written using two symbols:  危机.  These two symbols stand for two words: danger (危) and opportunity (机).  Maybe we can draw inspiration from this Mandarin word to ask ourselves each time we face a crisis: Is this crisis dangerous?  And what is the opportunity it brings into my life and into the lives of the affected?

So, what is the danger?

As we practise medicine, we need to keep in mind what John Wyatt said about our ethical dilemma: ‘The medical profession has always been associated with risk to healthcare workers.  COVID-19 just reminded us of the risk of our job as well as our vulnerability as professionals.’  But there is no room for worry.  As the Bible verse I quoted right at the beginning says, we need to learn to trust God and not rely on our own understanding.  And yet most of us remember Jesus’ words only when we face danger and crisis: ‘Can any one of you by worrying add a single hour to your life?’ (Matthew 6:27)

What about the opportunities?

A crisis like COVID-19 is an unprecedented opportunity to make leaders.  Prof Nancy Koehn from Harvard Business School says, ‘I have studied courageous crisis leaders for two decades, and through this work, I know that real leaders are not born; the ability to help others triumph over adversity is not written into their genetic code.  They are, instead, made.  They are forged in crisis’.’  Crises are opportunities for leaders to either rise to the occasion or fall into obscurity.  As David Foster Wallace said, we need ‘real leaders to help us overcome the limitations of our own individual laziness and selfishness and weakness and fear and get us to do better, harder things than we can get ourselves to do on our own’.  Read the Bible for examples of crises where ordinary people emerged as leaders and others who disappeared.  

So where do we start? 

Many people are now calling on God saying, ‘Where are you when we need you the most?’.  And Jesus responds, ‘Right here with you’.  His promise is to never leave nor forsake us.  And we constitute his Church – not the building but the hope for the nations.  We are the only Jesus some in the world will ever see, the only Bible some will ever read.  The Bible says, ‘You show that you are a letter from Christ, the result of our ministry, written not with ink but with the Spirit of the living God, not on tablets of stone but on tablets of human hearts’. (2 Corinthians 3:3)  Can we be like Jesus, open to a desperate and burning world?  As you open yourselves to the burn, remember you are not alone.  Jesus is right there with you. 

Firstly, pray.  The Bible exhorts us, ‘Rejoice always, pray continually, give thanks in all circumstances; for this is God’s will for you in Christ Jesus.’ (Thessalonians 5:16-18)  Once a man was asked, ‘What did you gain by praying regularly to God?’  He replied, ‘Nothing. . . but let me tell you what I lost: anger, ego, greed, depression, insecurity, and fear of death.’  Sometimes, the answer to our prayers is not gaining but losing – which is ultimately the gain.  I paraphrase Archbishop William Temple: When I pray, things happen and people say, it is just coincidence.  Well, I don’t know.  But what I do know is when I stop praying, those coincidences stop happening.

Second, take time to recharge.  The lack of sleep will be paid for whether you want to or not.  We will realise thatwe are only human; it is only a matter of time before our body announces its weakness to us.  Even our Lord took rest during the work of creation, so who are we to believe that life revolves around us?  As the saying goes, ‘If you knew how quickly your boss will replace you if you die, you will pay more attention to your family’.  Let wealth not be your focus.  My mentor, the late Prof Sam Fehrsen, once told me, ‘In medicine one can be guaranteed a job, a stable life, maybe a good wife or roof over your head.  But being rich is not part of the package.  If you see a rich doctor, you must know that somewhere, somehow, somebody is paying the price.  Whether it is your family, your health, your patients or your values the price has to be paid.’  As Jan Kunene said, ‘Our theology of health will shape our theology of healing’.  Understanding the role of God in the healing process will take away some pressure from us healthcare workers.  Remember the famous words of the sixteenth-century French surgeon Ambroise Paré: ‘I dressed the wound, but God healed it.’  

Third, spend time reading the Word.‘It is written: “Man shall not live on bread alone, but by every word that come from the mouth of God.”’ (Matthew 4:4)  Very often we read the Bible as part of our routine, our daily devotion or just in church.  And if the pastor has not touched a particular subject in a year or his/her theology is focusing only on one aspect of the Bible, we slack off.  I encourage you to read 2 Corinthians 4:1-20.  In the chapters leading up to this passage, Paul reflects on his ministry, the fragrance of Christ, his sincerity and a reliance on the Holy Spirit.  In this passage, Paul continues to share his own personal philosophy of ministry in the face of troubles, difficulties, unbelief and struggle.  Know that it is possible for God’s servants to ‘lose heart’ or ‘to be utterly spiritless, to be worn out, exhausted’ as is often seen in our profession.  However, Paul recovered from the hurt and discouragement due to the sincerity of his motive.  He was doing what God called him to do and knew that he had this ministry through God’s mercy!

What about those not on the frontline?

A friend said to me, ‘I just can’t justify to myself how I feel about being a doctor but not being able to use my skills where they are needed.’  As Desmond T Doss said in the movie Hacksaw Ridge, ‘I don’t know how I’m going to live with myself if I don’t stay true to what I believe’.  The answer to this is to get involved.  Look around you.  We are all either infected or affected – such are the challenges that COVID-19 presents to us.  ‘I don’t want to be a burden to others,’ some people say.  But this is not a biblical thought.  What COVID-19 has showed us is that we are interdependent.  In the early church ‘. . .there were no needy persons. . .’ because people looked after each other. (Acts 4:34)

Being involved requires that we be ‘others focused’.  We can all do all or some of the following:

  • Mobilise resources or raise funds for the homeless or people who can’t afford to buy food.
  • Gather useful information and share with friends (medical and non-medical).
  • Contact people whom you have not spoken to in a while.  Check on them even if they are in another town or country.  Now that you have a bit of time on your hands ask how they are doing.   
  • Check on colleagues, especially those on the frontline.  Don’t assume they are okay.  Your call may be the only thing that separates them from suicide.  
  • Start thinking about how things can change from the way you have always done them.  Maybe learn a new skill or take that online class you have been procrastinating about.
  • How about reading a book that has been collecting dust by your bed, or even write one?
  • Reflect on how ready you are for a future should something worse happen – this may be needed.
  • Work on your house more than the car which is rusting in the parking lot. 
  • As St Francis of Assisi said, ‘Preach the gospel at all times.  When necessary, use words.’
  • Add value to people’s lives through your money or time.  After all, we are the hands and feet of our Lord.
  • Spread words of encouragement and hope, not of fear.
  • Avoid conspiracy theories; they don’t help anyone or any cause.
  • Don’t forget to sing praises to the Lord throughout the crisis. 
  • Choose to be joyful in the crisis.  As Habakkuk 3:18 says about rejoicing in the storm, focus on praising him, confess your feelings, ask the Holy Spirit to help and sing. 

Remember this wisdom, ‘No candle loses its flame by lighting other candles’.  We are the light and the salt of the world.  Let us show the way and preserve the world, as our Lord requires us to do.


Dr Augustin Lutakwa is AEO for the Sub-Saharan African region of ICMDA.

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Contentment – a myth or reality in this restless world? https://blogs.icmda.net/2020/07/30/contentment-a-myth-or-reality-in-this-restless-world/ https://blogs.icmda.net/2020/07/30/contentment-a-myth-or-reality-in-this-restless-world/#comments Thu, 30 Jul 2020 09:01:57 +0000 https://blogs.icmda.net/?p=590 Em português


And my God shall supply all your need according to his riches in glory by Christ Jesus. (Philippians 4:19) For we brought nothing into the world, and neither can we carry anything out of it. (1 Timothy 6:7)

The movie, The Pursuit of Happyness, reminds us to ’never give up’.  Since its release over a decade ago, it is among the movies that sticks in many people’s minds, including mine. It is indeed inspirational with a single message: no matter what, keep pushing, better life lies ahead. This movie dramatises the true story of Chris Gardener (played by Will Smith) in his extraordinary journey from homelessness to success as a stockbroker, all the while supporting his young son as a single father. The movie has a very simple message: ‘Never give up’. Being evicted from their home and facing financial difficulties, the father-son duo faced numerous struggles every day. Yet, the small bits of happiness they find, despite all adversities, provides a heart-warming plot for this film. In one scene Will Smith tells the son, ‘Don’t ever let somebody tell you… You can’t do something. Not even me. All right?… You got a dream… You got to protect it. People who can’t do something themselves, they want to tell you, you can’t do it. If you want something, go get it. Period’. With all odds against the duo, they did survive and achieved their goal.

In real life, Chris Gardener initially started his company with $10,000 and is now CEO and founder of multimillion-dollar holdings with offices in New York, Chicago and San Francisco. He is a motivational speaker, philanthropist and humanitarian. He has helped fund a $50 million project in San Francisco that creates low-income housing and opportunities for employment in the area of the city where he was once homeless.

A more critical question is, do all pursuits in life have a happy ending?

Things are not always the way they seem.

Public perception maintains that doctors are successful, intelligent, wealthy, and immune from the problems of the masses. Are they? Doctors have among the highest reported suicide rates, more than double the general population according to some surveys. High doctor suicide rates have been reported as early as 1858. Yet 162 years later, the root causes of these suicides remain unaddressed. Physician suicide is a global public health crisis. More than one million Americans lose their doctors each year to suicide, just in the United States.

In an Medscape article entitled ‘Why “Happy” Doctors Die by Suicide’, the authors argue that doctors choose suicide to end their pain, not because they want to die. Authors insist that ignoring doctor suicides leads to more doctor suicides. Another study finds that most physician suicides are multifactorial, involving a cascade of events that unfold months to years before. We will not explore the causes or intervention in this article. However, we are looking at one component of what might give some light to the cause. We are looking at contentment or job satisfaction (or dissatisfaction) and how to prevent it from being the cause of suicide in the medical profession.

What is Contentment?

Wikipedia defines contentment as ‘an emotional state of satisfaction that can be seen as a mental state, maybe drawn from being at ease in one’s situation, body and mind’. In other words, contentment means to live the satisfied life.  That is, satisfied with who you are, what you have, what you do, and with your relationships. This may mean that one has accepted one’s situation and is therefore happy or has reached a form of ‘happiness’.

How can we feel content in a restless world? For this blog, we will use ‘happiness’ and ‘contentment’ interchangeably. Literature seems generally to agree that contentment is a state ideally reached through being happy with what a person has, as opposed to achieving one’s larger ambitions.

Contentment and its pursuit have been central throughout human history. Philosophers, psychologists, even religious scholars across diverse cultures and times have all wrestled in addressing this topic. Chinese philosopher Zhuang Zhou in the 3rd century wrote: ‘A gentleman who profoundly penetrates all things and is in harmony with their transformations will be contented with whatever time may bring. He follows the course of nature in whatever situation he may be.’

In Siddharta’s words, ‘Health is the most precious gain and contentment the greatest wealth’. John Stuart Mill states, ‘I have learned to seek my happiness by limiting my desires, rather than in attempting to satisfy them’.

Hebrews 13:5 says, keep your life free from love of money and be content with what you have, for He has said, ‘I will never leave you nor forsake you’.

What are some of the myths about happiness?

Someone may argue, what about Maslow’s hierarchy of needs? Well, there may be several elements of achievement that may induce in someone in a state of personal contentment: a strong family unit, a strong local community, and satisfaction of life’s basic needs. One may think that the more needs in Maslow’s hierarchy are achieved, the more easily one might achieve contentment. Is this true?

It is not true to think that everyone has a fixed set point for happiness. Once that target is achieved, I will be happy. If one sets a target of one million dollars in their bank account, once reached one needs more, and more…where does it stop?

The marketing and advertising industry know human nature all too well. It aims its television commercials, radio ads, jingles, web sites, store fronts, signs, etc., at all the things we don’t have implying that if we did have those things we would attain contentment.

Nobel Peace Prize winner and statesman, Nelson Mandela, once said, ‘I have walked that long road to freedom. I have tried not to falter; I have made missteps along the way. But I have discovered the secret that after climbing a great hill, one only finds that there are many more hills to climb’. There is no lasting happiness nor instant happiness in life. Socrates states, ‘He who is not contented with what he has, would not be contented with what he would like to have’.

It is also not true that money can buy happiness. Robert Skidelsky answering the question how much is enough in Money and the Good Life states: ‘Experience has taught us that material wants know no natural bounds, that they will expand without end unless we consciously restrain them. Capitalism rests precisely on this endless expansion of wants. That is why, for all its success, it remains so unloved. It has given us wealth beyond measure, but has taken away the chief benefit of wealth: the consciousness of having enough.’

During the doctors strikes for better wages in South Africa, I was part of the negotiation representing the junior doctors in the Kwa-Zulu Natal Province. I asked my mentor, Prof Sam Fehrsen, ‘How much do you think is enough?’ He gave me brief answer with a smile, ‘Just a little bit more’.  I have realised that the happiness formula even as a scientific equation does not exist.

What is the fuel of discontentment?

Modern culture feeds on the comparison frenzy. America’s social experiment group has a ‘Contentment Scorecard’ that they give to a group of people to score their life’s achievements. The card has things like: Education, own a house in suburb, work satisfaction, marriage, children, children’s education, travels. People score themselves good and satisfied with the progress in their life’s achievements. Most people are happy with their life’s achievements until they see their neighbour’s scorecard. If the neighbour scores better/higher than you, dissatisfaction begins.

Fyodor Dostoevsky in his book, Crime and Punishment says:  ‘I used to analyse myself down to the last thread, used to compare myself with others, recalled all the smallest glances, smiles and words of those to whom I’d tried to be frank, interpreted everything in a bad light, laughed viciously at my attempts “to be like the rest” and suddenly, in the midst of my laughing, I’d give way to sadness, fall into ludicrous despondency and once again start the whole process all over again, in short, I went round and round like a squirrel on a wheel.’

How then should one improve if contentment is the name of the game?

Contentment is not being blind to the fact that things could be better, only the recognition that those changes would not make you ultimately more content.

What about a driven individual who wants to work hard, succeed, do better in his or her occupation, is he a discontented person or unpleasing to the Lord? Not necessarily.  God has put in our hearts the desire to succeed.  The issue is whether you would be content if you didn’t get the promotion, or have the money, or send the kids to the best university.

In Ephesians 2:10, the Bible says, ‘We are God’s handiwork, created in Christ to do works which God prepared in advance for us to do. There are different kinds of service, but the same Lord (1 Corinthians 12:5-6). Each of you should use whatever gift you have received to serve others as faithful stewards of God’s grace in its various forms (1Peter 4:10-11).

The writer of Hebrews compares the Christian walk to a race (Hebrews 12:1). This is not a sprint but a marathon that is set for us. To paraphrase, the race is not against anyone else but for each of us as an individual. It is unique and personal. No need to compete with others, they have their own race. Each day we are required to better ourselves. This can be achieved by focusing on the One who called us. He is the author and finisher of our faith. Each person should live as a believer in whatever situation the Lord has assigned to them, just as God has called them (1 Corinthians 7:17).

In every profession that we have been called for, do the best as though you are working for the Lord (Colossians 3:23). Remember, you can do all things through him (Christ) who strengthens you (Philippians 4:13).

This is to show that ultimately our gifts, talents, professions belong to God and should be exercised to bring glory to him. Seeking perfection is essential if we are to give a report back to the master. Expecting from him, ‘well done good and faithful servant’ (Matthew 25:23). Therefore, we are not in competition with colleagues, but working harder to better ourselves to bring glory to our Lord.

What does the Bible say about contentment?

And my God shall supply all your ‘NEEDS’ according to his riches in glory by Christ Jesus. (Philippians 4:19). Notice that the verse above speaks on needs not ‘wants’.

God is not only the eternal, omnipresent, omniscient, and omnipotent Creator, but he is also my Shepherd. God, who eternally loves and cares for me – The LORD – is my shepherd; I shall not want (Psalms 23:1). He will provide enough for me to never be in want.  Therefore, I choose to be content!

‘But godliness with contentment is great gain. For we brought nothing into the world, and we can take nothing out of it. But if we have food and clothing, we will be content with that. For the love of money is a root of all kinds of evil. Some people, eager for money, have wandered from the faith and pierced themselves with many griefs. But you, man of God, flee from all this, and pursue righteousness, godliness, faith, love, endurance and gentleness. Fight the good fight of the faith. Take hold of the eternal life to which you were called when you made your good confession in the presence of many witnesses.’ (1 Timothy 6:6-12)

Contentment’s best friends are Gratitude, Joy, and Peace 

What have we learned then?

We have learned that contentment needs to be learned (Philippians 4:12), ‘I have learned the secret of being filled and going hungry, both of having abundance and suffering need’. The word for ‘learned the secret’ is one Greek word muéō (μυέω), meaning a revealed secret or mystery. The Apostle Paul knew that contentment goes against our human nature. Therefore, the need to learn. Just as a college degree takes time, patience, and hard work, getting a degree in contentment requires similar diligence.

Many of us are trying to fill a void of some kind in our lives, and unfortunately, we try to fill that void with things that can’t satisfy. We look to fill the void with possessions or money, but we only end up wanting more. We try to fill it with relationships or sex, but we end up feeling even more empty and depressed than when we started. All of these things we try to fill our lives with aren’t necessarily bad things, but when they become the end goals, and the reason for our being, we end up being discontent because those things were never meant to fulfil us.

As philosopher Arthur Schopenhauer says, ‘Wealth is like seawater: the more you drink, the thirstier you become’. Think of all the times you really wanted something, got it, and discontentment reared its ugly head again. As you grow closer to the Lord, you notice that you really don’t need all those things to make you content.  All you need is God. When you actually gave sacrificially, this should have produced less contentment but it actually increased your contentment and joy.

In conclusion

Wealth is an attitude of gratitude with which we remind ourselves every day to count our blessings. Fyodor Dostoevsky in Notes from Underground states, ‘Man only likes to count his troubles; he doesn’t calculate his happiness’. ‘For what does it profit a man to gain the whole world, and forfeit his soul?’ (Mark 8:36). Contentment implies that life is greater than its wealth or riches.

The Bible calls us to allow our convictions, not our circumstances, to govern our sense of contentment. True biblical contentment is a conviction that Christ’s power, purpose and provision is sufficient for every circumstance (2 Corinthians 9:12). We are to learn how to walk through all kinds of adversity, believing in and experiencing Christ’s sufficiency. We have to choose to rest on God’s good promises despite what may be going on in our lives.

You can find contentment only in Christ, and in striving to serve him. Contentment can’t be found in God’s creation or in things like people, possessions, or money.  In fact, those things may hinder your pursuit for true happiness and contentment. What really matters – family and friends (relationships) or serving God and others; developing your full potential (growth) or fulfilling your calling (unique calling); Pursuing meaning and virtue. Our fulfilment lies in giving ourselves to others. After all, we all are interconnected as we are being reminded by COVID pandemic. Let’s strive to make this world a better place for all. As Paul TP Wong put it: ‘Life is a journey, not a destination. A worthy life is a journey of adventure, discovery and service to others.’ Benjamin Franklin states: ‘Contentment makes a poor man rich; discontentment makes a rich man poor.’

You will find contentment only by pursuing your personal calling from God for your life. This is a personal journey, unique to you and only yours to pursue.

May God help us to find him in our pursuit of life! And be who he intended us to be.

Shalom!


Augustin Lutakwa is ICMDA Associate Executive Officer for Sub-Saharan Africa

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Estar disposto a sofrer em obediência a Cristo é nosso destino comum com Ele https://blogs.icmda.net/2020/06/03/estar-disposto-a-sofrer-em-obediencia-a-cristo-e-nosso-destino-comum-com-ele/ https://blogs.icmda.net/2020/06/03/estar-disposto-a-sofrer-em-obediencia-a-cristo-e-nosso-destino-comum-com-ele/#respond Wed, 03 Jun 2020 11:19:58 +0000 https://blogs.icmda.net/?p=551 ‘Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus’. (Lucas 9:62 NVI)

Em 1519, Hernan Cortez partiu de Cuba em uma ousada missão de conquistar o México. Quando desembarcaram em Vera Cruz, ele prontamente ordenou que alguns de seus 700 homens incendiassem dez de seus onze navios e mandou o outro de volta para a Espanha. Observaram enquanto sua única estratégia de saída afundava nas profundezas do Golfo do México. Essa decisão descarada eliminou a possibilidade de qualquer retirada. O único curso de ação que restava era prosseguir em explorar o interior e lutar por seu comandante.

Em tempos como este, podemos escolher viver a vida com ou sem Deus. Se escolhermos o caminho de Deus, não há garantias de que será fácil. A vida de Abraão, Elias, Jesus e de seus discípulos nos mostra que será caro. Estamos cientes das implicações do desligamento mundial. Isso é algo sem precedentes, e a incerteza está afetando todos nós. Qualquer pessoa que preveja o resultado é rotulada de acordo com a nossa visão: pessimista, otimista ou realista.

Estávamos compartilhando uma piada outro dia: “A disciplina salvou a China, a indisciplina afogou a Europa, enquanto a ignorância matará a África e a negação será custosa ao mundo transatlântico”. Nossas atitudes em relação ao coronavírus talvez sejam exatamente o que nos separam da destruição.

Deixando todas as piadas à parte, na minha opinião, atitudes em relação aos direitos individuais e o bem maior para as massas é o que diferencia a abordagem de cada país em relação à pandemia de coronavírus. Se os indivíduos devem ou não se sacrificar para proteger as economias de seus países. A profecia não é meu ponto forte, mas acho que nossas respostas à pandemia estão atualmente ligadas ao que achamos que o resultado será. No entanto, é muito cedo para prever isso.

Em Lucas 9:51, somos informados de que, quando chegou a hora de Jesus ser levado para o céu, Ele estava determinado a continuar sua jornada à Jerusalém, apesar da rejeição. Ele repreendeu Tiago e João quando pediram permissão para orar pelo fogo do céu para destruir uma cidade. Jesus estava ciente do que estava prestes a acontecer com Ele. A Bíblia diz que Ele estava angustiado no jardim do Getsêmani.

Em Marcos 14:34, Jesus diz aos seus discípulos: ‘A minha alma está profundamente triste, numa tristeza mortal. Fiquem aqui e vigiem”. (NVI) No versículo 36, Ele ora repetidamente: ‘Aba, Pai, tudo te é possível. Afasta de mim este cálice; contudo, não seja o que Eu quero, mas sim o que tu queres.’. Sabemos que Jesus estava ciente do que estava por vir e Ele era capaz de se afastar ou fazer tudo desaparecer. Ficar diante da prisão, julgamento e crucificação demonstrou seu poder sobre o inimigo. Por outro lado, seus discípulos queriam erradicar sua oposição.

Até certo ponto, somos culpados disso em nossas próprias vidas quando queremos ver a destruição de nossos inimigos ou pessoas que nos prejudicaram. Jesus se recusou a usar seus poderes de maneiras contrárias à vontade de Deus. Ele sabia que seria vitorioso de qualquer maneira. Fugir não fazia parte do acordo.

Jesus não venceu escapando da cruz, mas encarando-a, em obediência ao Pai. Enquanto Ele orava, ‘não a minha vontade, mas a sua’.

O espancamento, a humilhação, a zombaria e a crucificação não separaram Jesus do amor de seu Pai (Romanos 8:39). Nenhum amor é maior que o sacrifício supremo de dar a vida pelos amigos. Jesus provou seu amor por nós morrendo na cruz por nossos pecados. Ele pagou pelo nosso perdão.

Em um mundo que busca satisfação própria, geralmente ouvimos as pessoas dizerem: ‘Eu mereço melhor’ ou ‘Eu mereço isso ou aquilo’. Nós ás vezes sentimos que Deus nos deve por tudo o que temos feito por Ele.

Lembro-me de que, durante nossa graduação na faculdade de medicina, bancos e empresas automotivas patrocinaram nossos lanches na esperança de que mais tarde comprássemos seus carros muito caros para se adequar ao nosso ‘status de médico’. Eles diziam coisas como: ‘Você trabalhou para isso, se recompense.’ Alguns caíram nessa. Mas outros de nós sabiam o que nosso sucesso significava para as famílias e amigos que nos apoiaram.

Sem o apoio financeiro, não seria possível se formar na universidade. É verdade que estudamos muito e, talvez, até sofremos ‘distanciamento social’ durante os exames, enquanto tentávamos passar pelas provas de anatomia e de histologia. Mas isso não justifica levar todo o crédito por nossas realizações e nos recompensar. Nosso sucesso foi pago por outros.

Nosso trabalho como médicos é muito exigente e, às vezes, podemos nos sentir desvalorizados por nossos empregadores, governamentais ou privados. “Merecemos melhor”, “a sociedade nos deve”, dizemos a nós mesmos. Mas em momentos como este, vemos que a humanidade só pode sobreviver se permanecermos juntos. Todos enfrentamos a morte, quer gostemos ou não. Nosso Criador pode chamar alguns de nós para casa por coronavírus ou câncer ou acidente.

Costumo brincar com meus pacientes antes das injeções que, embora eu odeie injeções, elas são boas para os pacientes. Em tempos como este, quando estamos todos expostos e vulneráveis, é bom refletir como o sofrimento e a dor podem ser a maneira de Deus nos moldar.

No livro de Henri Nouwen, ‘The Wounded Healer’ (O Curador Ferido), ele nos exorta a estar dispostos a ir além do nosso profissionalismo e a deixar-nos abertos como companheiros de nossos pacientes, também humanos, a feridas e sofrimentos. Foi isso que Jesus fez e somos feitos à sua imagem. Em outras palavras, curamos através de nossas próprias feridas.

Os discípulos não estavam isentos de ondas e turbulências ao atravessarem o mar. Mas Jesus estava com eles no barco. É reconfortante saber que Ele está presente e que podemos clamar por Ele para fazer algo sobre nossas próprias tempestades. Ele prometeu não nos deixar nem nos abandonar (Hebreus 13:5).

Qual é então a nossa missão? Sugiro que nossa missão é obedecer à vontade de Deus. A obediência determina que façamos a vontade do Mestre. Isso envolverá dor e sofrimento, mas podemos ter certeza de que, não importa o que aconteça, Ele está lá conosco. Não existe ‘eu’, mas ‘nós’. É um destino compartilhado.


Augustin Lutakwa
ICMDA AEO na África Subsaariana

Tradução: Médicos de Cristo

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Pegue sua cruz e siga Jesus https://blogs.icmda.net/2020/06/03/pegue-sua-cruz-e-siga-jesus/ https://blogs.icmda.net/2020/06/03/pegue-sua-cruz-e-siga-jesus/#comments Wed, 03 Jun 2020 10:33:50 +0000 https://blogs.icmda.net/?p=517 ‘Então Jesus disse aos seus discípulos: “Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me… …Pois, que adiantará ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? (Mateus 16:24-26 NVI)

Adoniram Judson (1788-1850) foi um missionário batista e o primeiro clérigo americano a levar o evangelho ao povo budista da Birmânia. Logo após sua nomeação, aos 25 anos, ele propôs casamento a Ann Hasseltine, com o que alguns poderiam chamar de oferta não romântica: ‘Dê-me sua mão para ir comigo às selvas da Ásia, e morra comigo na causa de Cristo.’

Judson, que já sabia latim, grego e hebraico, imediatamente começou a estudar a língua birmanesa. Ele viu seu primeiro convertido depois de sete anos e levou 20 anos para traduzir a Bíblia para o idioma local. Ele voltou aos EUA apenas uma vez em seus 37 anos no exterior, ficou viúvo duas vezes e seis de seus filhos morreram na selva. Ele foi preso e acorrentado durante a guerra anglo-birmanesa e, ao ser liberto, pediu para ser transferido para outra província para continuar pregando o evangelho. O governante disse-lhe: ‘Meu povo não é tolo o suficiente para ouvir o que um missionário pode dizer, mas temo que eles possam ficar impressionados com suas cicatrizes e se voltarem para sua religião!’ Jeremy Camp, em seu livro Eu ainda acredito, disse: “Aprendi que o sofrimento não destrói a fé, mas a refina”.

Durante a Páscoa, somos novamente lembrados sobre a cruz de nosso Senhor e o que isso significa para nossa salvação como cristãos.

Hoje, antes de nos comprometermos com algo, geralmente queremos saber: o que ganho com isso? Ou, se alguém tenta nos persuadir a comprar algo queremos saber: o que você ganha com isso, qual é a pegadinha? Seja qual for a sua cultura, seja qual for o seu histórico, seja no mundo corporativo ou privado, é amplamente aceito que não existe almoço grátis.

Um jovem casal entrou em uma joalheria para comprar um colar com uma cruz, mas não conseguiam chegar a um acordo se queriam uma com o ‘homenzinho’ ou uma sem o ‘homenzinho’. Como diz o ditado, “muitas pessoas podem vestir uma cruz, mas poucas podem carregá-la”.

Olhando para a cruz de Jesus Cristo, existem dois lados: o Cristo que sofre e o Cristo vitorioso.

O apóstolo Paulo escreve: ‘Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus’. (1 Coríntios 1:18 NVI) Que contraste entre o que o mundo pensa e o que a Bíblia diz sobre a cruz.

A mensagem da cruz é escandalosa. É até ofensivo para aqueles que olham apenas com olhos humanos. Parece fraca – especialmente para aqueles que vêem a religião consistindo apenas de sinais, milagres e poderes. Parece pouco sofisticada – especialmente para aqueles que pensam que religião é sobre conhecimento e belos argumentos.

Os cientistas afirmam ter enterrado Deus – “Deus está morto”, como Nietzsche colocou. Mas para os cristãos, a cruz é uma mensagem de esperança para todas as pessoas: Jesus nasceu para morrer e ressuscitar. Essa foi a razão da encarnação. Na cruz, Jesus enfrentou o julgamento de Deus. Ele tomou a ira de Deus sobre si mesmo.

É apenas uma questão de ciência versus fé?

Como C.S. Lewis colocou em seu livro A Anatomia de uma dor: ‘Você nunca tem consciência do quanto de fato acredita em alguma coisa enquanto a verdade ou a falsidade dessa coisa não se torna uma questão de vida ou morte para você. É fácil dizer que você acredita que uma corda seja forte e segura, enquanto a está usando apenas para amarrar uma caixa; mas imagine que deva dependurar-se nessa corda sobre um precipício. Será que não iria primeiro descobrir o quanto na verdade confia nela?

Diante da morte, quase tudo – todas as expectativas externas, todo orgulho, todo medo de vergonha ou fracasso – simplesmente desaparece, deixando apenas o que é realmente importante.

Recentemente, o presidente ganês Akufo-Addo, ao mesmo tempo em que incentivava sua população a ficar em casa para combater o COVID-19, afirmou: ‘Nós [o governo] sabemos como dar vida à economia. O que não sabemos é como trazer as pessoas de volta à vida’. Essa citação simples, porém poderosa, se tornou viral no cenário internacional, rendendo-lhe muitas recomendações por sua liderança.

Ao considerar a pandemia atual, alguns podem sentir que a seleção natural está em ação. Outros consideram a visão de controle populacional de ativistas ambientais ou de direitos dos animais. O isolamento social deveria impulsionar seus argumentos? É claro que o cristianismo diz que não – o Senhor pagou o preço na cruz. Devemos ficar na brecha para os que estão sofrendo e os necessitados. Nós amamos uns aos outros como a nós mesmos. Defendemos os fracos e marginalizados, e somos uma voz para os que não têm voz. Proteger vidas – isso tem estado no centro da mensagem cristã o tempo todo.

A cruz era necessária? Pode alguma coisa boa sair da dor?

O apóstolo Paulo continua nos dizendo que o mundo em sua sabedoria não conhecia a Deus (1 Coríntios 1:21). O homem pode descobrir muitas coisas; o homem pode construir coisas impressionantes – mas com toda a sua sabedoria, ele não pode fazer o seu próprio caminho para Deus. Você nunca conhecerá Deus através da sabedoria do mundo.

Martin Luther King escreveu: ‘A medida final de um homem não é onde ele se encontra em momentos de conforto e conveniência, mas onde ele se encontra em momentos de desafio e controvérsia’.

Então, alguém pode perguntar: Onde está Deus quando há dor? Phillip Yancey, em seu livro, Decepcionados com Deus, fornece uma resposta reformulando a pergunta: ‘Onde está a Igreja quando dói?’

Nós somos a igreja. Nós somos Cristo em um mundo sofredor. Ao seguirmos o Senhor Jesus e estarmos cheios de seu Espírito, carregamos conosco o poder de Deus através da ressurreição.

John Wyatt, em seu livro Questões de Vida ou Morte, escreve: ‘O sofrimento não é uma pergunta que exige resposta, nem um problema que exige uma solução. É um mistério que exige presença.’

Santo Agostinho escreveu: ‘Visto que Deus é o bem maior, ele não permitiria que nenhum mal existisse em suas obras, a menos que sua onipotência e bondade fossem tais que produzissem o bem até mesmo a partir do mal’.

Quando confrontados com o sofrimento, nós, como o Senhor, podemos gritar: ‘Eli, Eli, lama sabachthani?’ o que significa: ‘Meu Deus, meu Deus, por que você me abandonou?’ (Marcos 15:34). Jesus estava sofrendo o pecado de todo crente no mundo, incluindo seus pecados e os meus, morrendo em nosso lugar. Por isso Ele veio.

Aqui está uma boa notícia: os pregos não prenderam nosso Senhor Jesus àquela cruz. O amor fez. Estou feliz. Chegou o domingo e nosso Senhor venceu a morte. ALELUIA! Estamos vendo e testemunhando o outro lado da cruz, a vitória. A Bíblia diz que, quando chegaram ao túmulo, o túmulo estava vazio, nosso Senhor está vivo. (Marcos 16:6)

Então, qual é a nossa parte nisso tudo?

Jim Elliot disse uma vez: “Ele não é um bobo que dá o que não pode guardar para ganhar o que não pode perder”. Nossa salvação é eterna. Embora possamos morrer, nos levantaremos com ele. Nós somos seres eternos.

Para o mundo, porém, esta vida é tudo o que existe. Viva e divirta-se enquanto durar. Os existencialistas argumentaram que a vida não tem significado ou propósito; todos somos apenas um monte de células ou carne. Como Richards Dawkins colocou: “O DNA não se importa nem sabe. DNA simplesmente é. E nós dançamos ao som dessa música.”

Ravi Zacharias, no entanto, ao refletir sobre a cruz de Jesus Cristo, escreveu: ‘Vivemos com a fome de verdade, amor, justiça e perdão. Há apenas um lugar no mundo em que estes convergem: é na cruz de Cristo, onde o amor perfeito e a justiça perfeita se uniram em uma morte na sexta-feira à tarde.’

Graças a Deus que o domingo está chegando. Nosso Senhor venceu o túmulo. Cantamos com Bill Gaither: ‘Porque ele vive, eu posso crer no amanhã.’ Nós também viveremos após a sepultura – nossa esperança não é em vão, viveremos com ele por toda a eternidade. (1Coríntios 15:12-19)

Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. (Romanos 8:38,39 NVI)

Feliz Páscoa a todos!


Tradução: Médicos de Cristo

 

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Les deux faces de la croix de Jésus-Christ https://blogs.icmda.net/2020/04/15/les-deux-faces-de-la-croix-de-jesus-christ/ https://blogs.icmda.net/2020/04/15/les-deux-faces-de-la-croix-de-jesus-christ/#comments Wed, 15 Apr 2020 13:28:32 +0000 https://blogs.icmda.net/?p=370 “Alors Jésus dit à ses disciples : « Si quelqu’un veut venir après moi, qu’il renonce à lui-même, qu’il se charge de sa croix et qu’il me suive… Et que servirait-il à un homme de gagner tout le monde, s’il perdait son âme? »” (Matthieu 16: 24-26)

Adoniram Judson (1788-1850), missionnaire baptiste, a été le premier pasteur américain à se consacrer à apporter l’Evangile au peuple bouddhiste de Birmanie. Peu de temps après sa nomination à l’âge de 25 ans, il a proposé à Ann Hasseltline dans ce que l’on qualifierait aujourd’hui de “non romantique” : « Donne-moi ta main pour aller avec moi dans les jungles d’Asie, et y mourir avec moi pour la cause de Christ » ; et elle a dit OUI ! Judson, qui comprenait déjà le latin, le grec et l’hébreu, a immédiatement commencé à étudier la langue birmane. Il lui a fallu 20 ans pour traduire la Bible dans la langue locale et a vu son premier converti 7 ans après avoir commencé son travail missionnaire. En 37 ans, il est retourné une fois aux États-Unis et a été veuf deux fois, et 6 de ses enfants sont morts dans la brousse. Il a été arrêté et enchaîné pendant la guerre anglo-birmane. Une fois libéré, il a demandé à être transféré dans une autre province pour prêcher l’Evangile. Le souverain lui a dit : « Mon peuple n’est pas assez fou pour écouter ce qu’un missionnaire pourrait dire, mais je crains qu’il ne soit impressionné par tes cicatrices et ne se tourne vers ta religion ! ».

Jeremy Camp, dans son livre ‘’je crois encore’’ (‘’I still believe’’), disait : « J’ai appris que la souffrance ne détruit pas la foi, elle l’affine ».

À Pâques, on nous rappelle à nouveau la croix de notre Seigneur et ce que cela signifie pour notre salut en tant que chrétien.

De nos jours, pour amener les gens à s’engager pour n’importe quoi, il faut répondre à une question supposée ou imminente : « Qu’est-ce que cela m’apporte ? Qu’est-ce que cela vous apporte ? quel est le gain ? ». « Le déjeuner gratuit n’existe pas » est un principe largement accepté. Il est vrai quelle que soit la culture, les antécédents, les entreprises ou le secteur privé, cette règle est restée incontestée.

Un jeune couple marchait dans une bijouterie pour acheter un collier. Ils étaient en désaccord sur le choix entre celui avec un “petit homme” et celui sans “petit homme”. Comme dit le proverbe : « Beaucoup de gens peuvent mettre une croix au cou, mais peu peuvent la porter ».

En regardant la Croix de Jésus-Christ, il y a deux faces : ‘’La face du Christ souffrant, et la face du Christ victorieux’’.

Dans 1 Co 1, 18-30, Paul a écrit : « Car la prédication de la croix est une folie pour ceux qui périssent ; mais pour nous qui sommes sauvés, elle est une puissance de Dieu ». Quel contraste entre ce que le monde pense et ce que la Bible dit de la croix !

Le message de la croix est parfois scandaleux, souvent considéré comme offensant, en particulier pour ceux qui regardent la vie à travers les yeux humains. Elle semble faible à ceux qui perçoivent la religion comme des signes, des miracles, des puissances. Cela semble très simple à ceux qui pensent que la religion est avant tout une question de savoir et d’arguments solides. En fait, les scientifiques soutiennent qu’ils ont enterré Dieu. « Il est mort » comme l’a dit Nietzsche. Mais pour nous chrétiens, c’est le message d’espoir pour les gens pour lesquels Jésus est né pour mourir – et pour ressusciter. C’était la raison de l’Incarnation. Sur la croix, Jésus a fait face au jugement de Dieu. Il a pris sur Lui la colère de Dieu.

Est-ce juste une question de Science versus Foi ?

Comme l’a dit C.S. Lewis dans son livre ‘’A Grief Observed’’ : « Vous ne savez jamais à quel point vous croyez vraiment quelque chose jusqu’à ce que sa vérité ou sa fausseté devienne une question de vie ou de mort pour vous. Il est facile de dire que vous croyez qu’une corde est solide et résistant tant que vous l’utilisez simplement pour attacher une boîte. Mais supposons que vous deviez vous accrocher à cette corde au-dessus d’un précipice. Ne découvririez-vous pas d’abord à quel point vous lui faisiez vraiment confiance ? Seul un risque réel teste la réalité d’une croyance ».

Face à la mort, presque toute chose – toutes les attentes extérieures, toute fierté, toute peur de l’embarras ou de l’échec – disparait, ne laissant que ce qui est vraiment important.

Récemment, le président ghanéen Akufo-Addo, tout en encourageant sa population à rester chez elle pour combattre la COVID-19, a déclaré : « Nous (le gouvernement) savons comment ramener l’économie à la vie. Ce que nous ne savons pas, c’est comment ramener les gens à la vie ». Cette citation simple mais puissante est devenue virale sur la scène internationale, ce qui lui vaut de nombreuses félicitations pour son leadership.

On pourrait dire, qu’en est-il de notre vénérée théorie de la ‘’sélection naturelle’ ou des militants de l’environnement ou des droits des animaux ou des opinions des groupes de pression sur le contrôle de la population ? Le confinement devrait-il renforcer leurs arguments ? Bien sûr que le Christianisme ne le dit pas, notre Seigneur a payé le prix sur la Croix. Nous devons soutenir pour ceux qui souffrent, ceux qui en ont besoin. Aimez-vous les uns les autres comme nous nous aimons. Défendez les faibles, les marginalisés, soyez la voix des sans-voix. Protégez des vies. Cela a toujours été au cœur du message chrétien.

La croix était-elle nécessaire ? Quelque chose de bon peut-il sortir de la douleur ?

Dans 1 Co 1, 21, il nous dit que le monde dans sa sagesse ne connaissait pas Dieu. L’homme peut comprendre beaucoup de choses. L’homme peut construire des choses impressionnantes, mais dans toute sa sagesse, il ne peut pas se diriger vers Dieu. Grâce à la sagesse du monde, vous ne connaîtrez jamais Dieu.

Martin Luther King a écrit : « La mesure ultime d’un homme n’est pas où il se trouve dans des moments de confort et de commodité, mais où il se trouve à des moments de défi et de controverse ».

Alors, on pourrait demander : « où est Dieu en temps de douleur ? » Phillip Yancey dans son livre : ‘’Déception avec Dieu’’ (‘’Disappointment with God’’) a posé la question différemment comme réponse à cette question dans son livre précédent avec le même titre : « Où est l’Église en temps de douleur ? » (‘’Where is the Church when it hurts ?’’).

Nous sommes l’église ; nous sommes Christ dans ce monde souffrant. Nous portons avec Lui la puissance de Dieu à travers la résurrection. Dans son livre ‘’ Question de vie et de mort’’ (‘’Matters of life and death’’), John Wyatt écrit: « La souffrance n’est pas une question qui demande une réponse, ni un problème qui demande une solution. C’est un mystère qui demande une présence ».

Saint Augustin a écrit : « Puisque Dieu est le bien le plus élevé, il ne laisserait aucun mal exister dans ses œuvres à moins que sa toute-puissance et sa bonté soient de nature à faire sortir le bien du mal même ».

Comme notre Seigneur, nous pourrions penser que Dieu nous a abandonnés, en criant : « Eli, Eli, lama sabachthani ? », ce qui signifie : « Mon Dieu, mon Dieu, pourquoi m’as-tu abandonné ? ». Il supportait tous les péchés du monde, y compris le vôtre et le mien, en mourant à notre place. C’est pourquoi Il est venu.

La bonne nouvelle, c’est que les clous n’ont pas retenu notre Seigneur Jésus sur cette croix. L’amour a fait. Je suis heureux, dimanche est venu et notre Seigneur a vaincu la mort, ALLELLUIA ! Nous voyons et assistons à l’autre face de la croix. La Bible dit que lorsqu’ils sont venus au tombeau, le tombeau était vide, notre Seigneur est vivant.

Alors, quel est notre part dans tout cela ?

Jim Elliot a dit une fois: « Il n’est pas fou, celui qui donne ce qu’il ne peut pas garder pour gagner ce qu’il ne peut pas perdre ». Notre salut est éternel. Bien que nous puissions mourir, nous nous ressusciterons avec Lui. Nous sommes des êtres éternels. Pour le monde, c’est tout ce qu’il y a à vivre. Vivre et en jouir jusqu’à la fin. Les existentialistes ont soutenu que la vie n’a pas de sens. Comme l’a dit Richards Dawkins : « L’ADN ne se soucie ni ne sait. L’ADN est seulement. Et nous dansons sur sa musique ». La vie n’a pas de but, nous avons tous juste un tas de cellules/viande.

Ravi Zacharias, tout en réfléchissant sur la croix de Jésus-Christ, a écrit : « Nous vivons avec la faim de vérité, d’amour, de justice et de pardon. Il n’y a qu’un seul endroit au monde où ces trois convergent : c’est sur la Croix dans la croix du Christ, où l’amour parfait et la justice parfaite se sont unis dans une mort le vendredi après-midi ».

Merci à Dieu, le dimanche arrive. Notre Seigneur a surmonté la tombe. Et comme les paroles de la chanson de Billy Gaither : « Parce qu’il vit, je peux affronter demain », nous vivrons également. Notre espérance n’est pas vaine, nous vivons avec Lui pour l’éternité (1Cor 15: 12-19). Personne d’autre ne peut nous séparer de l’amour de Dieu, ni la mort ni la souffrance, aucune tribulation ne nous séparera jamais de l’amour de Dieu qui est révélé en Jésus-Christ notre Seigneur (Rm 8, 38).

Joyeuses Pâques à tous!

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Take up your cross and follow Jesus https://blogs.icmda.net/2020/04/15/take-up-your-cross-and-follow-jesus/ https://blogs.icmda.net/2020/04/15/take-up-your-cross-and-follow-jesus/#respond Wed, 15 Apr 2020 12:29:43 +0000 https://blogs.icmda.net/?p=360 En Français, Português


‘Then Jesus told his disciples, “If anyone would come after me, let him deny himself and take up his cross and follow me…..For what will it profit a man if he gains the whole world and forfeits his soul?”’ (Matthew 16:24-26)

Adoniram Judson (1788-1850) was a Baptist missionary and the first American clergyman to bring the gospel to the Buddhist people of Burma. Soon after his appointment at the age of 25, he proposed to Ann Hasseltline, with what some might call an unromantic offer: ‘Give me your hand to go with me to the jungles of Asia, and there die with me in the cause of Christ.’

Judson, who already knew Latin, Greek, and Hebrew, immediately began studying the Burmese language. He saw his first convert after seven years, and it took him 20 years to translate the Bible into the local language. He returned to the USA only once in his 37 years abroad, was widowed twice, and six of his children died in the bush. He was arrested and chained during the Anglo-Burmese war, and on his release, he requested to be moved to another province to continue preaching the gospel. The ruler said to him: ‘My people are not fools enough to listen to what a missionary might say, but I fear they might be impressed with your scars and turn to your religion!’ Jeremy Camp, in his book I still believe, said: ‘I’ve learned that suffering doesn’t destroy faith, it refines it.’

During Easter, we are reminded again about the cross of our Lord and what it means for our salvation as Christians.

Before we commit to something today, we usually want to know: what’s in it for me? Or if we’re being given the hard-sell by someone else: what’s in it for you, what’s the catch? Whichever culture you’re from, whatever background you have, whether in the corporate world or private, it’s widely accepted that there is no such thing as a free lunch.

A young couple walked into a jewellery store to buy a necklace with a cross on it, but they couldn’t agree on whether to have one with a ‘little man’ on it or one without the ‘little man.’ As the saying goes, ‘many people can wear a cross, but few can bear them’.

Looking at the cross of Jesus Christ, there are two sides: The Suffering Christ and the Victorious Christ.

The Apostle Paul writes: ‘For the message of the cross is foolishness to those who are perishing, but to us who are being saved, it is the power of God.’ (1 Corinthians 1:18) What a contrast between what the world thinks and what the Bible says about the cross.

The message of the cross is scandalous. It is even offensive to those looking with merely human eyes. It looks weak – especially to those who see religion consisting of only signs, miracles and powers. It looks unsophisticated – especially to those who think religion is about knowledge and fine-sounding arguments.

Scientists claim to have buried God – ‘God is dead,’ as Nietzsche put it. But to Christians, the cross is a message of hope for all people: Jesus was born to die, and to rise again. That was the reason for the incarnation. On the cross, Jesus faced the judgment of God. He took the wrath of God upon himself.

Is it just a matter of Science vs Faith?

As C S Lewis put it in his book A Grief Observed, ‘You never know how much you really believe anything until its truth or falsehood becomes a matter of life and death to you. It is easy to say you believe a rope to be strong and sound as long as you are merely using it to cord a box. But suppose you had to hang by that rope over a precipice. Wouldn’t you then first discover how much you really trusted it. Only a real risk tests the reality of a belief.’

In the face of death, almost everything – all external expectations, all pride, all fear of embarrassment or failure – just falls away, leaving only what is truly important.

Recently, the Ghanaian president Akufo-Addo, while encouraging his population to stay home to fight COVID-19 claimed: ‘We [the government] know how to bring the economy back to life. What we do not know is how to bring people back to life.’ This simple but powerful quote has gone viral on the international scene, earning him a lot of commendations for his leadership.

When considering the current pandemic, one might sense natural selection at work. Others consider the population control views of environmental or animal rights activists. Should the shutdown provide a boost to their arguments? Of course, Christianity says no – the Lord has paid the price on the cross. We must stand in the gap for those are suffering and those in need. We love one another as we love ourselves. We stand up for the weak and marginalised and are a voice for the voiceless. Protect lives – this has been at the core of the Christian message all along.

Was the cross necessary? Can anything good comes out of pain?

The Apostle Paul goes on to tell us that the world in its wisdom did know God (1 Corinthians 1:21). Man can figure out many things; man can build impressive things – but in all his wisdom he cannot make his own way to God. You will never know God through the wisdom of the world.

Martin Luther King wrote: ‘The ultimate measure of a man is not where he stands in moments of comfort and convenience, but where he stands at times of challenge and controversy.’

So, one might ask, where is God when it hurts? Phillip Yancey in his book, Disappointment With God, provides an answer by rewording the question: ‘Where is the Church when it Hurts?’

We are the church. We are Christ in a suffering world. As we follow the Lord Jesus and are filled with his Spirit, we carry with us the power of God through the resurrection.

John Wyatt, in his book Matters of Life and Death, writes: ‘Suffering is not a question which demands answer, neither a problem which demands a solution. It is a mystery which demands a presence.’

St Augustin wrote: ‘Since God is the highest good, he would not allow any evil to exist in his works unless his omnipotence and goodness were such as to bring good even out of evil.’

When faced with suffering, we, like the Lord, may cry out, ‘Eli, Eli, lama sabachthani?’ which means, ‘My God, My God, why have You forsaken Me?’ (Mark 15:34). Jesus was bearing the sin of every believer in the world, including your sins and mine, by dying in our place. That is why he came.

Here is good news: nails did not hold our Lord Jesus to that cross. Love did. I am glad. Sunday came, and our Lord overcame death. HALLELUJAH! We are seeing and witnessing the other side of the cross, victory. The Bible says, as they came to the tomb, the tomb was empty, our Lord is alive. (Mark 16:6)

So what then is our part in all of this?

Jim Elliot once said: ‘He is no fool who gives what he cannot keep to gain what he cannot lose.’ Our salvation is eternal. Though we may die, we will rise with him. We are eternal beings.

For the world though, this life is all there is. Live and enjoy it while it lasts. Existentialists have argued that life has no meaning or purpose, we are all just a bunch of cells or meat. As Richards Dawkins put it: ‘DNA neither cares nor knows. DNA just is. And we dance to its music.’

Ravi Zacharias however, while reflecting on the cross of Jesus Christ wrote: ‘We live with the hunger for truth, love, justice, and forgiveness. There is only one place in the world where these converge: it is in the cross of Christ, where perfect love and perfect justice became united in one death on Friday afternoon.’

Thank God that Sunday is coming. Our Lord has overcome the grave. We sing with Billi Gaither: ‘Because he lives, I can face tomorrow.’ We too shall live after the grave – our hope is not in vain, we will live with him for eternity. (1Corinthians 15:12-19)

I am convinced that neither death nor life, neither angels nor demons, neither the present nor the future, nor any powers, neither height nor depth, nor anything else in all creation, will be able to separate us from the love of God that is in Christ Jesus our Lord. (Romans 8:38-39)

Happy Easter to you all!

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Être disposé à souffrir dans l’obéissance à Christ est notre destin commun avec Lui https://blogs.icmda.net/2020/04/01/etre-dispose-a-souffrir-dans-lobeissance-a-christ-est-notre-destin-commun-avec-lui/ https://blogs.icmda.net/2020/04/01/etre-dispose-a-souffrir-dans-lobeissance-a-christ-est-notre-destin-commun-avec-lui/#comments Wed, 01 Apr 2020 08:20:51 +0000 https://blogs.icmda.net/?p=193 “Quiconque met la main à la charrue, et regarde en arrière, n’est pas propre au royaume de Dieu” Luc 9:62 

En 1519, Hernan Cortez quitta le Cuba pour une audacieuse mission de conquérir le Mexique. Quand ils ont débarqué à Vera Cruz, il a rapidement ordonné à certains de ses 700 hommes de mettre le feu à dix de ses onze navires et a renvoyé l’autre en Espagne. Ils ont vu leur seule stratégie de sortie s’enfoncer dans les profondeurs du golfe du Mexique. Cette décision effrontée a éliminé toute possibilité de retour. Il ne restait plus qu’à continuer résolument à l’intérieur et à se battre pour leur commandant.

Dans des moments comme celui-ci, nous pouvons choisir de vivre la vie avec ou sans Dieu. Si nous choisissons la voie de Dieu, rien ne garantit que ce sera facile. La vie d’Abraham, d’Élie, de Jésus et de ses disciples nous montre tous que cela coûtera cher. Nous sommes conscients des implications d’une crise mondiale. Le confinement est à l’ordre du jour dans de nombreux pays à travers le monde aujourd’hui. Ceci est sans précédent, et l’incertitude nous affecte tous. Quiconque prédit le résultat est étiqueté selon notre point de vue comme étant: pessimiste, optimiste ou réaliste.

Nous partagions une blague l’autre fois : « La discipline a sauvé la Chine, l’indiscipline a noyé l’Europe, tandis que l’ignorance tuera l’Afrique et le déni coûtera au monde transatlantique ». Nos attitudes envers le coronavirus sont peut-être uniquement ce qui nous sépare de la destruction.

Blagues à part, à mon avis, les attitudes envers les droits des individus et le plus grand bien des communautés, c’est ce qui différencie l’approche de chaque pays face à la pandémie de coronavirus (l’utilitarisme). Que les individus doivent ou non se sacrifier pour protéger l’économie de leur pays. La prophétie n’est pas mon point fort, mais je pense que nos réponses à la pandémie sont actuellement liées à ce que nous pensons que son issue sera. Cependant, il est trop tôt pour le prédire.

Dans Luc 9:51, on nous dit que lorsque le moment est venu pour que Jésus soit emmené au ciel, il était déterminé à continuer son voyage à Jérusalem malgré son rejet. Il a d’ailleurs réprimandé Jacques et Jean lorsqu’ils ont demandé la permission de prier pour que le feu Vienne du ciel pour détruire la ville Jérusalem. Jésus était conscient de ce qui allait lui arriver. La Bible dit qu’il était angoissé dans le jardin de Gethsémané.

Dans Marc 14:34, Jésus dit à ses disciples: « Mon âme est triste jusqu’à la mort ; restez ici et veillez [en priant] » Au verset 36, il prie à plusieurs reprises : « Il disait: Abba, Père, toutes choses te sont possibles, éloigne de moi cette coupe!  Toutefois, non pas ce que je veux, mais ce que tu veux» Nous savons que Jésus était conscient de ce qui allait arriver et il était capable de s’en éloigner ou de le faire disparaître. Rester pour faire face à l’arrestation, au procès et à la crucifixion a démontré son pouvoir sur l’ennemi. Par contre, ses disciples voulaient éradiquer leurs adversités.

Dans une certaine mesure, nous sommes coupables de cela dans nos propres vies lorsque nous voulons voir la destruction de nos ennemis ou des personnes qui nous ont fait du tort. Jésus a refusé d’utiliser ses pouvoirs d’une manière contraire à la volonté de Dieu. Il savait qu’il serait victorieux malgré tout. L’évasion ne faisait pas partie de ses options.

Jésus n’a pas vaincu en ‘échappant à la croix, mais en l’ affrontant, dans l’obéissance à son Père. Comme il a prié, “pas ma volonté mais la tienne”.

Les coups, l’humiliation, la moquerie et la crucifixion n’ont pas séparé Jésus de l’amour de son Père (Romains 8:39). Aucun amour n’est plus grand que le sacrifice suprême de donner sa vie  pour ses amis. Jésus nous a prouvé son amour en mourant sur la croix pour nos péchés. Il a payé  de sa vie pour notre pardon.

Dans un monde qui recherche l’autosatisfaction, nous entendons souvent des gens dire «je mérite mieux » ou «je mérite ceci ou cela ». Nous sentons parfois que Dieu nous doit pour tout ce que nous avons fait pour Lui.

Je me souviens lors de notre cérémonie de remise de diplôme de médecine, les banques et les constructeurs automobiles ont parrainé notre banquet dans l’espoir que nous achèterions plus tard leurs voitures très chères du fait de notre “statut de médecin”. Ils disaient des choses comme : « Vous avez travaillé pour cela, récompensez-vous ». Certains sont tombés dans ce piège. Mais d’autres parmi nous savaient ce que notre succès avait valu pour les familles et les amis qui nous avaient soutenus.

Sans leur soutien financier, l’obtention d’un diplôme universitaire n’aurait pas été possible. Il est vrai que nous avons étudié dur et peut-être même subi une “distanciation sociale” lors des examens tout en essayant de bûcher l’anatomie et l’histologie. Mais cela ne justifie pas d’attribuer le plein crédit à nos réalisations et de nous récompenser en conséquence. Notre succès a été payé par d’autres.

Notre travail en tant que médecins est très exigeant et nous pouvons parfois nous sentir sous-valorisés par nos employeurs, qu’il sagisse du gouvernement ou du secteur privé. « Nous méritons mieux », «la société nous doit », nous disons-nous. Mais dans des moments comme celui-ci, nous voyons que l’humanité ne peut survivre que si nous sommes unis. Nous sommes tous confrontés à la mort, que cela nous plaise ou non. Notre Créateur (Dieu) peut rappeler certains d’entre nous à la maison(Ciel) par le biais du coronavirus ou d’un cancer ou d’un accident.

Je plaisante souvent avec mes patients avant de leur faire d’injections que, bien que je déteste les injections, elles sont bonnes pour les patients. Dans des moments comme celui-ci, lorsque nous sommes tous exposés et vulnérables, il est bon de réfléchir sur comment la souffrance et la douleur peuvent être un moyen que Dieu utilise pour nous façonner.

Dans son livre “Le guérisseur blessé” (The Wounded Healer), Henri Nouwen nous exhorte à aspirer aller au-delà de notre professionnalisme et à nous laisser ouverts, en tant que des humains semblables à nos patients, aux blessures et aux souffrances. C’est ce que Jésus a fait et nous sommes faits à son image. En d’autres termes, nous guérissons à travers nos propres blessures.

Les disciples n’étaient pas à l’abri des vagues et des turbulences en traversant la mer. Mais Jésus était avec eux dans la barque. Il est réconfortant de savoir qu’Il est présent et que nous pouvons lui demander de faire quelque chose pour nos propres tempêtes. Il a promis de ne pas nous quitter ni de nous abandonner (Hébreux 13: 5).

Quelle est alors notre mission ? Je suggère que notre mission est d’obéir à la volonté de Dieu. L’obéissance nous oblige à nous soumettre à la volonté de notre Maître. Cela impliquera douleur et souffrance, mais nous pouvons être assurés que, quoi qu’il arrive, il est là avec nous. Il n’y a pas de « JE » mais de « NOUS ». C’est un destin partagé.

Augustin K. Lutakwa
AEO de l’ICMDA pour l’Afrique Sub-Saharienne

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Being willing to suffer in obedience to Christ is our shared destiny with him https://blogs.icmda.net/2020/03/31/being-willing-to-suffer-in-obedience-to-christ-is-our-shared-destiny-with-him/ https://blogs.icmda.net/2020/03/31/being-willing-to-suffer-in-obedience-to-christ-is-our-shared-destiny-with-him/#comments Tue, 31 Mar 2020 10:22:10 +0000 https://blogs.icmda.net/?p=171 En français, Português


‘No one who puts his hand to the plow and looks back is fit for the kingdom of God.’ Luke 9:62

In 1519 Hernan Cortez set sail from Cuba on a bold mission to conquer Mexico. When they disembarked at Vera Cruz, he promptly ordered some of his 700 men to set fire to ten of his eleven ships and sent the other back to Spain. They watched as their only exit strategy sank in the depths of the Gulf of Mexico. This brazen decision eliminated the possibility of any retreat. The only course of action left was to press on resolutely into the interior and fight for their commander.

In times such as this, we can choose to live life with or without God. If we choose God’s way, there are no guarantees that it will be easy. Abraham, Elijah, Jesus and his disciples’ lives all show us that it will be costly. We are aware of the implications of worldwide shutdown. This is unprecedented, and the uncertainty is taking its toll on all of us. Anyone predicting the outcome gets labelled according to our view: pessimist, optimist or realist.

We were sharing a joke the other day: ‘Discipline saved China, Indiscipline drowned Europe, while Ignorance will kill Africa and Denial will cost the transatlantic world’.  Our attitudes to the coronavirus are maybe just what separate us from destruction. 

All jokes aside, in my mind, attitudes to individual rights and the greater good for the masses is what differentiates individual countries’ approach to the coronavirus pandemic. Whether or not individuals should sacrifice themselves to protect their countries’ economies. Prophecy is not my strongest point, but I think our responses to the pandemic are currently linked to what we think the outcome will be. However, it is too early to predict this. 

In Luke 9:51 we are told that when the time came for Jesus to be taken up to heaven, he was determined to continue his journey to Jerusalem despite rejection. He rebuked James and John when they asked permission to pray for fire from heaven to destroy a town. Jesus was aware of what was about to happen to him. The Bible says he was in anguish in the Garden of Gethsemane.

In Mark 14:34 Jesus says to his disciples: ‘I am deeply grieved, wait here and pray.’ In verse 36 he prays repeatedly: ‘Abba Father! take this cup away from me. Yet not what I want, but what you want.’ We know Jesus was aware of what was coming and he was capable of walking away from it or making it disappear. Staying to face arrest, trial and crucifixion demonstrated his power over the enemy. By contrast, his disciples wanted to eradicate their opposition.

To some degree, we are guilty of this in our own lives when want to see the destruction of our enemies or people who have wronged us. Jesus refused to use his powers in ways contrary to the will of God. He knew he would be victorious regardless. Escape was not part of the deal.  

Jesus did not conquer by escaping the cross, but by facing it, in obedience to his Father. As he prayed, ‘not my will but yours.’

The beating, humiliation, mockery and crucifixion did not separate Jesus from the love of his father (Romans 8:39). No love is greater than that supreme sacrifice of laying down one’s life for one’s friends. Jesus has proved his love to us by dying on the cross for our sins. He paid for our forgiveness.

In a world that seeks self-gratification, we often hear people say, ‘I deserve better’ or ‘I deserve this or that’. We sometime feel that God owes us for all that we have been doing for him.

I remember during our graduation from medical school, banks and motor companies sponsored our banquet in the hope that we would later buy their very expensive cars to suit our ‘doctor status’. They would say things like: ‘You worked for it, reward yourself.’  Some fell for it. But others of us knew what our success had meant for the families and friends who had supported us.

Without their financial support, graduating from university would have not been possible. It is true that we studied hard and maybe even endured ‘social distancing’ during exams while trying to cram anatomy and histology. But this doesn’t justify taking full credit for our achievements and rewarding ourselves. Our success was paid for by others.

Our work as doctors is very demanding and sometimes we can feel undervalued by our employers, government or private. ‘We deserve better’, ‘society owes us’, we tell ourselves. But at times like this, we see that humanity can only survive if we stand together. We all face death, whether we like it or not. Our maker may call some of us home through coronavirus or cancer or accident.

I often joke with my patients before injections that while I hate injections, they are good for patients. In times like this, when we are all exposed and vulnerable, it is good to reflect how suffering and pain may be God’s way of shaping us.

In Henri Nouwen’s book ‘The Wounded Healer’, he exhorts us to be willing to go beyond our professionalism and leave ourselves open as our patients’ fellow human beings to wounds and suffering. This is what Jesus did and we are made in his image. In other words, we heal out of our own wounds.  

The disciples were not exempt from waves and turbulence while crossing the sea. But Jesus was with them in the boat. It is comforting to know that he is present and that we can cry to him to do something about our own storms. He has promised not to leave us nor forsake us (Hebrews 13:5).

What is then our mission? I suggest our mission is to obey the will of God. Obedience dictates that we do the will of the master. This will involve pain and suffering, but we can be assured that no matter what, he is there with us. There is no ‘I’ but ‘We’. It is a shared destiny.


Augustin Lutakwa
ICMDA AEO in Sub-Saharan Africa

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